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	<title>Angela Carero</title>
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	<description>Psicologia Psicossomatica</description>
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	<title>Angela Carero</title>
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		<title>Como funciona o trauma emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 14:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje trago uma breve reflexão sobre como funciona o trauma emocional. &#8220;As raízes representam o estágio pré-natal de crescimento. Onde a árvore toca o solo é o nascimento, o tronco é a primeira infância e a segunda infância, os ramos inferiores são a terceira infância, adolescência e até a idade adulta nos ramos superiores. Se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trago uma breve reflexão sobre como funciona o trauma emocional.</p>
<p>&#8220;As raízes representam o estágio pré-natal de crescimento. Onde a árvore toca o solo é o nascimento, o tronco é a primeira infância e a segunda infância, os ramos inferiores são a terceira infância, adolescência e até a idade adulta nos ramos superiores. Se o trauma ocorrer em qualquer estágio, o resto do crescimento da árvore (também conhecido como o desenvolvimento do cérebro) além desse ponto é afetado negativamente. Quanto mais velho você for, mais experiências de vida e conhecimento terá para enfrentar e menos ativamente o cérebro estará se desenvolvendo (ou seja, mais ramificações você terá para compensar)&#8221;.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-361 size-medium" src="https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241-212x300.png" alt="Plant Flowers Line Art Roots - GDJ / Pixabay" width="212" height="300" srcset="https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241-212x300.png 212w, https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241.png 453w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></p>
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		<title>Tudo gira em torno da culpa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar que, quando alguma coisa desagradável acontece, a primeira coisa que as pessoas fazem é procurar um culpado? Quem foi que fez isso??? De quem é a culpa??? Os pais são sempre culpados pelo o que os filhos são e fazem! Ele(a) é culpado(a) por me abandonar! Mamãe ou papai está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar que, quando alguma coisa desagradável acontece, a primeira coisa que as pessoas fazem é procurar um culpado?</p>
<ul>
<li>Quem foi que fez isso??? De quem é a culpa???</li>
<li>Os pais são sempre culpados pelo o que os filhos são e fazem!</li>
<li>Ele(a) é culpado(a) por me abandonar!</li>
<li>Mamãe ou papai está doente porque seus filhos lhes causam muito trabalho!</li>
<li>Meu chefe não me promove porque ele não gosta de mim!</li>
<li>Meu professor me deu nota ruim porque implicou comigo!</li>
<li>O José bateu o carro porque Maria brigou com ele!</li>
<li>O meu trabalho me tira o sono!</li>
<li>Ninguém em casa reconhecem o meu trabalho!</li>
<li>Meu vizinho faz barulho porque sabe que me tira do sério!</li>
<li>Estou desempregado porque não sabem do meu valor!</li>
<li>Enfim&#8230; até Deus é culpado por nossas desgraças!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>E daí em diante. Você sempre achará um culpado por sua insatisfação ou infelicidade. Isso é fácil, extremamente fácil!</p>
<p>Mas parar para se perguntar qual sua parcela de culpa nisso é que é difícil, mas não muito! Porque aprendemos desde cedo a nos culparmos e buscarmos culpados.</p>
<p>Já no berço, os nossos pais demonstram o quanto estão mal quando não fazemos o que querem, ou que não querem. Exemplo: Diz a mãe: “Olha só o que você fez! Vou ter que arrumar seu quarto de novo! Não tempo pra mais nada. Nem para um banho em paz!”</p>
<p>Imagine você, a quantas chantagens emocionais foi submetido para que se tornasse um culpado compulsivo?</p>
<p>O tornar alguém culpado é algo simples e que não é de responsabilidade só dos pais, mas de todo meio social. Na escola, na religião, no trabalho, enfim, em tudo que diz respeito ao processo de socialização, até chegar a um ponto tal que o processo ocorra automaticamente. Desta forma aprendemos, como mecanismo de defesa, a buscarmos os nossos culpados também.</p>
<p>Dos papéis que vivemos na vida: pai, mãe, filho, irmão, amigo, esposa, aluno, funcionário etc., os que mais exercitamos são os papéis de: detetives, delegados e juízes, porque sempre haverá o culpado por algo de ruim que te acontece. Se um raio cair sobre sua cabeça, o culpado será a prefeitura por não ter posto ali um pára-raios!</p>
<p>Fazer culpados é o meio mais rápido e fácil de obter o poder da manipulação. No outro sentido, é o meio mais rápido e fácil de sermos vítimas – o que costuma ser altamente reconfortante pois, nesse caso, nada mais haveria para se fazer!</p>
<p>Pode ser que você diga que não goste do papel de vítima, prefere o de perseguidor ou de salvador. Tanto faz! Você está no jogo da manipulação! Não está livre para ser você!</p>
<p>Sem jogo, sem manipulação: há quem viva sem isso? Sim, é claro que sim! São os que, ao invés de buscar/ser culpado, buscam a <strong>responsabilidade!</strong></p>
<p>Quando o questionamento sobre algo de ruim ou de bom, começa por você (<em>O que fiz para estar nesta situação? O que pensei quando fiz isso? O que estou sentindo? O que foi que eu falei?</em>) nada acontece à você, a não ser que você permita!</p>
<p>Onde fica a sua responsabilidade quando algo te acontece? Nos ombros dos “outros”? Onde você guarda seu poder de julgamento no primeiro impulso mediante a qualquer situação? Escondido em seu lado escuro?</p>
<p>Acontece que os papéis de vítima, salvador ou perseguidor são psicodinâmicos, ou seja, eles mudam, mas sempre há uma preferência, por um ou por outro (o de vítima é o mais comum). É um grande erro! Entrar neste jogo faz mal à saúde física, mental e social. É a nascente das neuroses, das doenças físicas e sociais.</p>
<p>Você é o único responsável pelo que pensa, diz, sente e faz; e igualmente responsável pelo que não pensa, não diz, não sente e não faz!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Eu te amo, e o que é que tu tens haver com isso? Se te amo, o sentimento de amor é meu, se faço algo para ser correspondido é minha responsabilidade mas, se não sou correspondido, terei que lidar com minha frustração. Ou seja, o outro não tem que assumir a responsabilidade pelo meu amor, meus sentimentos. Se criei expectativas e elas me “derrubaram”, o outro não tem responsabilidade por não me amar, por eu cair de cima da minha fantasia! Neste momento, como defesa, culpo o outro: O infeliz não reconhece quem realmente lhe ama e ainda assim me faz sofrer. É ele o culpado por minha infelicidade, minha tristeza e agonia!</em></p>
<p><em><small>Nietzsche</small></em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assumir a responsabilidade que lhe é cabível promove a saúde e o bem estar geral. Será que você é mesmo responsável por quem cativa? Ou o outro também é responsável por se deixar ser cativado?</p>
<p>As pessoas estão cada vez mais perdidas com estas questões de responsabilidade emocional, é mais cômodo ser e buscar culpados, é mais fácil de administrar e mais nobre perdoar.</p>
<p>Trocar a culpa por responsabilidade, não é fácil, não é socialmente honroso (“Já perdoei!”), mas liberta a mente , seu mundo fica mais leve e seu caminho mais suave.</p>
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		<title>A família do paciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos. Eric Berne &#8211; Acomodados &#160; Análise Transacional (AT) é uma teoria da personalidade criada pelo Dr. Eric Berne no final da década de 50. De acordo com a definição da International Transactional Analysis Association (ITAA): &#8220;A Análise Transacional é uma teoria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos.</em></p>
<p><em><small>Eric Berne &#8211; <cite title="Source Title">Acomodados</cite></small></em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Análise Transacional (AT) é uma teoria da personalidade criada pelo Dr. Eric Berne no final da década de 50. De acordo com a definição da International Transactional Analysis Association (ITAA): &#8220;A Análise Transacional é uma teoria da personalidade e uma psicoterapia sistemática para o crescimento e a mudança pessoal&#8221;. É também uma filosofia de vida, uma teoria da Psicologia individual e social. Possui um conjunto de técnicas de mudança positiva que possibilita uma tomada de posição quanto ao ser humano.</p>
<p>Atualmente, a AT tem evoluído e se desenvolvido através das diversas contribuições teóricas e práticas de muitos autores seguidores de Berne e conta também com uma difusão e aplicação em nível mundial.</p>
<p>O termo transacional deveu-se ao interesse que Berne tinha pelo que ocorria entre as pessoas. Daí o estudo, a análise, as trocas de estímulos e as respostas (transações) entre os indivíduos serem a ênfase dada por Berne ao iniciar as suas pesquisas e observações que culminaram na criação da Análise Transacional (AT).</p>
<p>Além de ter se ocupado primordialmente com o que ocorre entre os indivíduos, Berne contribuiu ainda com excelente modelo de estudo do que ocorre no interior do indivíduo. Berne dizia: &#8220;todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos&#8221;. É uma filosofia positiva e de confiança no ser humano: todos nós nascemos bem (&#8220;OK&#8221;), com capacidade plena para obter sucesso e satisfação de nossas necessidades. A única exceção é quando o indivíduo sofre alguma afecção orgânica grave.</p>
<p>A AT é um modelo de aprendizagem, que veio em substituição ao velho modelo da &#8220;enfermidade mental&#8221;. Berne detestava usar termos médicos complicados, por isso passou a usar uma linguagem fácil, do cotidiano, de tal modo que todos o entendiam. A naturalidade da AT fundamenta-se nas necessidades básicas do ser humano: biológicas, psicológicas e sociais.</p>
<p>Berne buscou formular a sua teoria a partir do que via e ouvia, através do que diziam e faziam os seus clientes. Ele era muito observador da conduta humana, não era adepto de teorias que não pudessem ser demonstradas e colocadas em prática.</p>
<p>A teoria da AT, em quase a sua totalidade, pode ser representada mediante gráficos simples, tais como círculos, triângulos, vetores, quadrados, etc., permitindo, assim, o seu aprendizado através dos conceitos abstratos e, além disso, fornece excelente possibilidade de aprendizado através do canal visual.</p>
<p>A teoria da AT está estruturada através de 10 instrumentos, que aliados ao conhecimento da história pessoal do indivíduo, aos sinais de comportamentos observados e da intuição, permite predizer, com um grau de acerto espantoso, o que acontecerá ao indivíduo, caso ele continue com o seu programa interno.</p>
<p>Esse grau de acerto elevado, tanto se verifica no nível individual quanto em grupos e em organizações, facilitando, assim, a prevenção de comportamentos destrutivos e perigosos, possibilitando uma atuação precisa e potente para que não haja uma concretização de tais predições. Isto possibilita uma atuação preventiva tanto por parte do profissional como por parte do cliente, pois em virtude de sua simplicidade permite a compreensão do comportamento próprio e alheio, sem a necessidade de dispêndio de muito tempo e dinheiro para consolidar um diagnóstico preciso, demonstrando desse modo a sua eficácia.</p>
<p>Outro aspecto que considero de muita importância na AT é o fato de sua teoria ser de fácil assimilação, inclusive para os leigos. Uma criança de 8 a 10 anos de idade assimila perfeitamente os seus conceitos. A AT é também de fácil integração com outras teorias psicológicas tais como a Gestalt Terapia, que trabalha com as emoções, as sensações, os diálogos com partes de si mesmo; e ainda pode ser aliada a técnicas corporais, Hipnose, Psicodrama, Biodança, etc., ou seja, é fácil traduzir essas e outras teorias para o modelo transacional. Em outras palavras, como diz R. Kertész descrevendo a facilidade de entendimento da AT: &#8220;creio que é o melhor idioma psicológico, porque todos o entendem&#8221;.</p>
<p>Berne dizia que: &#8220;se um observador entra num grupo de terapia transacional, talvez leve algum tempo para distinguir quem seja o terapeuta já que ele não se veste de maneira diferente, age de modo natural e usa o mesmo idioma que os integrantes&#8221;. Isso enfatiza a sua filosofia igualitária: ninguém é melhor do que ninguém, apenas alguns possuem maiores talentos do que outros, em algum aspecto.</p>
<p>Outra característica da AT é o trabalho contratual. O contrato é um acordo bilateral entre o terapeuta e o cliente, que tem por finalidade alcançar os objetivos propostos. O cliente enumera as mudanças que deseja alcançar e o terapeuta aceita trabalhar com ele facilitando-o atingir as mudanças desejadas.</p>
<p>O objetivo último da AT é levar o indivíduo a alcançar a Autonomia de Vida. Entende-se por Ser Autônomo o indivíduo que tem o controle de sua própria vida, aceita a responsabilidade de seus próprios sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de abdicar-se de padrões inadequados para viver no aqui-e-agora. Tudo isso pode ser obtido através da recuperação de três capacidades: consciência, espontaneidade e intimidade. Essas três capacidades são inatas no ser humano, entretanto algumas vezes ficam limitadas devido a situações estressantes ou traumáticas que sofremos em nossa infância</p>
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		<title>Pensamento Equivocado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos falam da força do “pensamento positivo”, como se fosse algo mágico, de fácil acesso e realização igualmente para todos mas, infelizmente, não é bem assim. Muita gente quer ter pensamentos e sentimentos bons e construtivos, mas não conseguem, por quê? Porque, na maioria das vezes, existem “outros pensamentos”, formatados de uma maneira na qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos falam da força do “pensamento positivo”, como se fosse algo mágico, de fácil acesso e realização igualmente para todos mas, infelizmente, não é bem assim. Muita gente quer ter pensamentos e sentimentos bons e construtivos, mas não conseguem, por quê?</p>
<p>Porque, na maioria das vezes, existem “outros pensamentos”, formatados de uma maneira na qual o indivíduo acredita ser “a pura verdade”, isto é, irrefutável, não há o que pensar, ou fazer, aquele pensamento “ruim” tem vida própria e domina a vida do indivíduo, tomando seus pensamentos e, por conseguinte, seu corpo.</p>
<p>Os pensamentos nascem de experiências, vivências e percepções individuais. Por isso, numa família de cinco filhos por exemplo, cada filho tem uma forma diferente de ser.</p>
<p>Todos nasceram e foram criados pelos mesmos pais, na mesma casa, na mesma comunidade e, mesmo assim, a individualidade é notória.</p>
<p>Uma mesma experiência vivida por uma pessoa pode ter conseqüências diferentes para outra. Os dados são coletados e “formatados” de formas diferentes por cada um de nós, desta forma, o que pode ser bom para um pode ser ruim para outro.</p>
<p>A Medicina psicossomática estuda como os indivíduos pensam e sentem, o que fatalmente irá corresponder numa manifestação física, geralmente numa doença correspondente ao pensamento e sentimento equivocados. Isto quer dizer: que se não houver congruência no que se diz, faz, pensa e sente o organismo arcará com as consequências.</p>
<p>Por exemplo: se penso que estou sendo injustiçado: sinto esta dor, falo sobre ela, mas não faço nada contra isto, meu organismo terá que se manifestar. A raiva da “não atitude”, irá tomar um dos dois caminhos: o ressentimento ou o ódio. Estes sentimentos irão certamente ficar armazenados no inconsciente, mas não irão desaparecer. Poderão até parecer que estão sumidos , mas ainda estarão lá. E se não forem confrontados e trazidos para a consciência, irão produzir um sinal concretizado em forma de doença.</p>
<p>Se tratar da doença sem pensar no que a causou, esta doença poderá voltar (recorrências) ou tomar outro caminho, em forma de outras doenças. O grande problema desta questão é que por ser mais “fácil e barato”, as pessoas buscam seus médicos que tratam da doença e quando a mente dá sinais de distorções (o paciente chora muito e reclama de sintomas emocionais, como distúrbios de sono ou fome), medica-se com um anti-depressivo ou ansiolítico ou os dois, mas a “grande causa” ainda estará lá.</p>
<p>Os remédios em geral, não irão de forma alguma curar um pensamento e um sentimento equivocado, irão apenas tentar desviar a doença ou tentar controlá-la. Nada disso irá adiantar&#8230; As doenças do Sistema Imunológico estão cada vez presentes nos dados estatísticos da Organização Mundial da Saúde, que vão desde uma aparentemente inofensiva renite alérgica, tireoidites, diabetes até a grande maioria dos cânceres.</p>
<p>As doenças que são originalmente hereditárias, poderiam não manifestar-se num indivíduo com a mente sã. E para que isso ocorra, voltamos ao tema: pensamento equivocado, sentimento equivocado é igual a corpo doente. Não há como separar a mente do corpo e ambos da alma. Indivíduo quer dizer: ser bio-psico-social, daí a expressão <em>mens sana in corpore sano</em>.</p>
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		<item>
		<title>Niilismo e fanatismo como neuroses típicas</title>
		<link>https://psicologiapsicossomatica.com.br/niilismo-e-fanatismo-como-neuroses-tipicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Depressão mais que profunda]]></category>
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					<description><![CDATA[Já faz algum tempo que venho observando a relação conflituosa entre o niilista e o fanático, e, como relacionei hoje a questão tipológica a isso, decidi escrever um pouco sobre os fatos e sobre minha interpretação a respeito deles, dando ênfase filosófica no equilíbrio tipológico proposto por Jung. Quando observamos logo de cara, o fanático [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que venho observando a relação conflituosa entre o niilista e o fanático, e, como relacionei hoje a questão tipológica a isso, decidi escrever um pouco sobre os fatos e sobre minha interpretação a respeito deles, dando ênfase filosófica no equilíbrio tipológico proposto por Jung.</p>
<p>Quando observamos logo de cara, o fanático parece ser extrovertido e o niilista introvertido, já que o fanático segue cegamente à regras que vêm de fora e o niilista nega todas essas regras para seguir somente a si mesmo e seus instintos, frequentemente, destrutivos.</p>
<p>Mas essa interpretação é equivocada, pois vê as coisas de um ponto de vista exclusivamente superficial negligenciando o que há de mais profundo.</p>
<p>É enorme a freqüência com a qual ouvimos os fanáticos e o niilistas citarem o oposto e demonstrarem, assim que não conhecem o caminho do meio. Mas se pararmos pra pensar, se um niilista é introvertido, porque é que ele sente tanta repulsa do tipo extrovertido a ponto de desprezar o fanático? E vice versa?</p>
<p>Talvez se pense que se trata de uma repulsa normal dos tipos, mas nossa psiquê freqüentemente nos atrai aos nosso opostos para gerar equilíbrio psíquico, de forma que essa aversão parece ter outra causa, que não necessariamente exclui a aversão tipológica.</p>
<p>Avaliando historicamente veremos que o fanático tende a dizer que é melhor seguir sua religião(por exemplo) do que estar por aí de bar em bar, se metendo em confusão sem respeito por ninguém, enquanto que o niilista diz que é melhor ser livre e ser você mesmo do que viver preso a um dogma irracional e castrador.</p>
<p>Pra mim isso só demonstra uma coisa: o niilista é um neurótico que, no passado, foi preso ao fanatismo de tal forma que seu inconsciente precisou de muita força para libertá-lo, e essa liberdade se tornou promiscuidade, já que o fanatismo anterior agora causa aversão, eliminando o compromisso coletivo extrovertido.</p>
<p>Por outro lado, o fanático também estava num conflito para se libertar dessa prisão interna que era o niilismo prévio, que destrói o mundo. Ao perceber o dano que ele causava, o inconsciente, com muito esforço, removeu o niilista dessa introversão imoral e colocou nele o oposto, que é uma moralidade fanática e um compromisso com o objeto já tão destratado. Depois disso o fanático passa a ter profundo desprezo pelo niilismo e, conseqüentemente, pela introversão.</p>
<p>Aí há uma inversão de papéis, e os dois continuam unilaterais, só que agora conhecendo o outro oposto e com a função inferior acima da superior, o que gera uma neurose.</p>
<p>Para mim a solução desse problema é mesmo o caminho do meio, que é muito simples.</p>
<p>Através da introversão pura se chega ao niilismo, enquanto que através da extroversão pura se chega ao fanatismo, mas extroversão e introversão não se excluem.</p>
<p>Acho que, ao menos nesse caso, o que causou a mudança(ou progresso) foi o tormento de morrer afogado. Só sai do inferno quem entende que o sofrimento está ali para ajudar. É como quando você mete a mão no fogo e sente a dor da queimadura. Sem a dor não haveria o impulso de evitar a proximidade com o fogo.</p>
<p>Tanto o niilista quanto o fanático nunca encontram equilíbrio, mas sempre estão em conflito com seu oposto. É por isso que hoje há o <em>dawkins</em> culpando os religiosos pelo mal do mundo e há religiosos culpando a falta de fé pelo mal do mundo: precisam que o Diabo seja o inimigo a ser combatido porque o equilíbrio não reside dentro deles.</p>
<p>Viver em conflito é viver em tormento, e esse tormento tem a função de curar assim como uma dor tem a função de mostrar que estamos feridos e precisamos cuidar do machucado.</p>
<p>Assim, é sempre bom que fiquemos atentos aos tormentos da alma, pois eles nos demonstram nossos erros da mesma forma que demonstram o acerto com a felicidade&#8230;</p>
<p>Introverter representa a autopreservação, e extroverter representa a preservação dos outros: e um não é mais importante do que o outro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Remédio ou Psicoterapia?</title>
		<link>https://psicologiapsicossomatica.com.br/remedio-ou-psicoterapia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma pessoa está com algum sintoma emocional (como: insônia, ansiedade, depressão, compulsão, dificuldade de concentração, labilidade de humor etc.) logo pensa que precisa de um médico. Muito comum alguém indicar um psiquiatra ou nem isto, um médico conhecido para que lhe medique. Por que isto? Por que não se questiona uma ida a um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma pessoa está com algum sintoma emocional (como: insônia, ansiedade, depressão, compulsão, dificuldade de concentração, labilidade de humor etc.) logo pensa que precisa de um médico. Muito comum alguém indicar um psiquiatra ou nem isto, um médico conhecido para que lhe medique.</p>
<p>Por que isto? Por que não se questiona uma ida a um psicoterapeuta ao invés de um médico?</p>
<p>Simples: o psicoterapeuta não pode medicar, ou seja , eliminar sintomas de imediato e é caro, quase que inacessível à maioria da população. Ou pior: “psicólogo é coisa para loucos!”</p>
<p>Há muita falta de esclarecimento para a população, por isto a busca de um médico clínico e ou especialista é muito maior que a busca por psicólogos.</p>
<p>Existe ainda um agravante que são os “convênios médicos”, que acabam indicando este ou aquele médico, que com certeza irá medicar os sintomas, ou seja, dar uma solução paliativa para os problemas, mas não irá com certeza curar o paciente. Existe ainda outro agravante: pouco se credencia (nos convênios médicos) psicólogos para fazer psicoterapia, daí o nome “convênio médico”.</p>
<p>Resultado: muita gente sendo medicada com ansiolíticos, antidepressivos e por aí vai, sem um resultado eficaz. Não resolve o problema e cria-se outro: a dependência medicamentosa, o que é muito pior. Porque além da dependência do remédio cria-se também a dependência do médico, consequentemente do convênio. Ao meu ver pior ainda é quando o médico é psicanalista e receita psicotrópicos.</p>
<p>Num encontro com seu paciente o médico-psicanalista não poderá ajudar efetivamente o paciente, mas, medicar sim. Se o paciente “gostou” do médico, pode até pagar por sessões de psicanálise à parte, pois o convênio não paga todas as consultas psicanalíticas. Então o paciente que não tem disponibilidade financeira, fica restrito apenas à medicação.</p>
<p>Existem medicações imprescindíveis, para serem utilizadas num curto período de tempo, para que o paciente supere a crise e até mesmo compreender seu processo analítico. Como por exemplo: dormir melhor, diminuir a ansiedade e a depressão, poder comer e pensar com mais clareza em seu processo.</p>
<p>Mas nunca medicar e só. Deve-se sempre ser acompanhado por um psicoterapeuta, pelo menos uma vez por semana, para que possa resolver o problema efetivamente. Uma coisa é fazer psicoterapia, onde o paciente irá entrar em contato com o que realmente lhe está fazendo mal e poder decidir ou re-decidir o que fazer e desta forma livrar-se do sofrimento. Outra coisa é ficar com o sofrimento latente e drogado para que possa suportar sua dor.</p>
<p>Não acredito que isto deva continuar assim, sendo um grande problema na saúde em geral. Com boa vontade, os donos dos convênios poderiam contratar mais psicólogos que trabalhem com psicoterapia de grupo, que ao meu ver é muito eficaz; e fazer um saneamento na saúde como um todo, sem prejuízo para os convênios e para os conveniados.</p>
<p>Mas não basta os “donos de convênios” terem boa vontade, é necessário que os conveniados sejam esclarecidos, aceitem e busquem ajuda de um psicólogo e que, de preferência, tenha experiência e tenha o real interesse em psicologia (os que mais estudam e tem títulos).</p>
<p>Então, para problemas emocionais, medicação só em último caso, desde que acompanhado por um psicoterapeuta. Fique atento! E quando seu médico lhe receitar “algo para dormir melhor”, lhe questione se não seria o caso de ser encaminhado para um psicólogo credenciado.</p>
<p>Hoje, todo mundo fala em qualidade de vida, pois saiba que a qualidade de vida começa de dentro para fora. Uma pessoa bem equilibrada emocionalmente, com certeza irá melhorar inclusive seu meio externo, da mesma forma que uma desequilibrada, pode tirar toda uma família de seu centro.</p>
<p>Muito já se faz em empresas, que investem em saúde emocional de seus funcionários, com psicoterapia de grupo, além dos belíssimos serviços prestados por seus Assistentes Sociais.</p>
<p>Psicoterapia de grupo é mais barato, mais eficaz e ajuda a criar vínculos saudáveis.</p>
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		<title>Doenças Somáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando pensamos em doença psicossomática, normalmente pensamos que se trata de alguma doença originária de algum trauma psicológico ou de um estresse vivido. Dificilmente pensamos que um determinado tipo de câncer, doenças do sistema imunológico, como: rinite, sinusite, tireoidite, ou enxaqueca, dores musculares crônicas, problemas de infertilidade etc, estão diretamente correlacionadas com problemas emocionais. Sempre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos em doença psicossomática, normalmente pensamos que se trata de alguma doença originária de algum trauma psicológico ou de um estresse vivido.</p>
<p>Dificilmente pensamos que um determinado tipo de câncer, doenças do sistema imunológico, como: rinite, sinusite, tireoidite, ou enxaqueca, dores musculares crônicas, problemas de infertilidade etc, estão diretamente correlacionadas com problemas emocionais.</p>
<p>Sempre pensamos que doenças emocionais são a: depressão, hipocondria, as manias, os distúrbios compulsivos e/ou obsessivos, a histeria, os distúrbios psicóticos, as esquizofrenias, etc. Mas é raro atentar para o fato de que determinados comportamentos “aceitáveis”, como: sempre cair e machucar-se, acidentar-se de carro, viver derrubando coisas, atrasando-se para compromissos, nunca terminar ao que se propôs fazer e muito mais, possa ser de fundo emocional.</p>
<p>Acontece que na verdade, nada acontece por acaso. Nossa mente não se desliga do nosso corpo, nem por um segundo, estamos sempre conectados com conteúdos internos e na sua grande maioria inconscientes. O que nos faz analisar caso a caso, o porque as pessoas desenvolvem doenças, aliás, esta afirmação fica ainda mais questionável, porque os indivíduos não aceitam que fizeram determinada doença, que são responsáveis por ela.</p>
<p>Acontece que as doenças e alguns comportamentos indesejáveis (como, por exemplo: os tiques-nervosos), são produzidos sim pelo indivíduo. É um sinal do corpo de que algo não vai bem. Especialmente as doenças que nos atrapalham, nos impedem ou até nos imobilizam totalmente, são doenças de alerta máximo, para que possamos refletir e analisar o que de errado nos está acontecendo emocionalmente.</p>
<p>Todos temos sistemas de defesa, alguns conscientes, muitos outros inconscientes, para justificarmos nossos comportamentos, nossas relações interpessoais, nossas adaptações ás situações do cotidiano, enfim, buscamos sempre nos contextuar a determinadas situações que nos fazem sofrer emocionalmente, e muitas vezes, nem percebemos que estamos sofrendo.Às vezes até percebemos um desconforto físico ou emocional, mas não paramos para questionar o que está havendo. Pessoas felizes, com seu trabalho, família, estudo, sexo, relações interpessoais, religião, hobby, etc., não adoecem facilmente. Pessoas realizadas ou em busca da realização com convicção, são pessoas que não precisam do “sistema de alerta do corpo”: a doença.</p>
<p>Não é sem razão que muitos idosos, que tiveram uma vida cheia de agradáveis realizações, vivem com qualidade de vida e disposição, e até mais que muitos jovens.</p>
<p>A doença é um sinal do nosso corpo, um alerta, veemente, de que precisamos mudar alguma coisa no roteiro de nossa vida.</p>
<p>A vida é muito curta para sermos mesquinhos, assim como é muito preciosa para aprendermos a valoriza-la. Muitas pessoas adoecem para mobilizar os outros, de forma inconsciente, um indivíduo acamado ou com uma doença grave, mobiliza muita gente, até mesmo muda o roteiro da vida do outro.</p>
<p>A doença é um caminho muitas vezes inconsciente para “conquistar” algo ou alguém, e quase sempre frustrado o doente arrisca e muitas vezes perde a vida.</p>
<p>Em nosso Sistema de Saúde, contamos hoje com poucos médicos que tem a consciência de advertir, alertar e orientar seu paciente que sua doença precisa de maiores cuidados.E que determinados exames e medicações, quase sempre caros e que causam efeitos colaterais, é só ler a bula (os médicos desaconselham ler as bulas, porque sabem que o paciente pode desenvolver algum sintoma descrito como colateral – dizem que o paciente pode ficar sugestionado), são na verdade paliativos, pode-se livrar de um sintoma temporariamente, até mesmo de uma doença, mas outra aparecerá ou haverá recorrência da mesma.</p>
<p>Poucos indicam para uma avaliação psicológica, para fazer um trabalho concomitante com o medicamentoso. Por isso os consultórios médicos vivem cheios de gente, na sua grande maioria angustiada.Temos que contar também, que ainda tem muita gente que acredita que psicoterapia é coisa pra louco. Desta forma os pacientes encaminhados para uma psicoterapia, acreditam não estarem sendo levados a sério pelo seu médico, ou que o médico o julga “um louco”.Alguns médicos sentem dificuldade em indicar psicoterapia, porque a cultura atual, ainda é preconceituosa em relação a este assunto.</p>
<p>Se a saúde emocional for levada a sério, tanto pelo paciente, como pelo médico, muitos gastos poderiam ser evitados assim como muito sofrimento, tanto para o paciente, como para seus familiares e pessoas próximas. A psicoterapia pode prevenir muitas doenças, mas não se deve também deixar de ter uma opinião médica a respeito do doente.</p>
<p>Então podemos concluir que mente sã, corpo são, é a mais pura verdade, assim nunca se separa a mente do corpo, nem o corpo e mente da alma. É preciso estar atento para uma abordagem mais completa.Quando se trata de uma pessoa doente, ou não, um indivíduo deve sempre ser visto como um todo, não em partes. Quando nos queixamos de alguma doença dizemos que estamos doentes, por exemplo: “eu tive um infarto” e não “meu coração infartou-se”. Uma pessoa bem equilibrada emocionalmente, de bem com Deus, não adoece.</p>
<p>O estudo da psicossomática envolve conhecimento em clínica geral e algumas cadeiras médicas específicas.É necessário ter um vasto conhecimento em psicologia e religiões também. A cadeira de Homeopatia, caminha por este pensamento: ver o indivíduo como um todo, um ser bio-psico-social que tem uma história de vida e uma alma, mas só o tratamento homeopático não resolve; não é difícil hoje, encontrarmos grandes nomes da homeopatia, que trabalham em concomitância com psicólogos.</p>
<p>Mas infelizmente, com a necessidade econômica de nossa sociedade precisar dos convênios médicos, acabamos nos deparando com o pouco tempo que o médico pode disponibilizar para seus pacientes. Existem muitas queixas do tipo: “o médico nem olhou para minha cara, e aviou a receita”.Fica menos mal quando pelo menos é pedido um exame clínico e ou laboratorial, já que “não houve tempo disponível para um exame clínico descente. Concordamos que a “clínica é soberana”, desde que se faça uma boa avaliação clínica. É neste momento em que o médico pode colher dados sobre as queixas do paciente (fazer uma anamnese) e, ouvindo-o poderá concluir que pode ser uma indicação para uma avaliação psicológica, ou mais precisamente psicossomática.Um dia chegaremos lá, onde a saúde é tratada com amor e respeito.</p>
<p>Existe ainda um fator que devemos atentar, que é a procura cada vez maior por curas mágicas: em centros espíritas, com xamãs, curandeiros em geral,”remédios milagrosos”, curas esotéricas , terapias alternativas, etc. É fato que a fé move montanhas, mas até a fé que precisamos para nos transformar e promover a cura tem que ser descoberta dentro de nós.</p>
<p>Quando o doente está fazendo uma psicoterapia, busca-se sempre a congruência entre o pensar, sentir e fazer, também igualmente o que não pensar, não sentir e não fazer, se caminharmos nesta direção, encontraremos a necessidade do “religare”, ou seja, da busca da fé em Deus. Não um Deus distante, lá no céu, um Deus aqui dentro de nós, que promove o verdadeiro milagre da cura.</p>
<p>Esta é uma luta de todos nós, pacientes, médicos e psicólogos.</p>
<p>Um caso clássico de doença psicossomática, e de grande incidência, a pesar de contarmos com o fator de hereditariedade, é o câncer de mama. Pense bem, uma mulher que se casa, tem filhos e passa a cuidar da casa, do marido e sua carreira, dos filhos e seus estudos, preocupada com a sobrevivência, bem estar, conforto e entretenimento de todos, abdica de sua própria vida, seus sonhos de realização pessoal, de estar inserida no mundo como alguém que produz algo para si com a satisfação intrapessoal.</p>
<p>Abdicar-se de si para cuidar das realizações dos outros, sem nunca se questionar o que ela poderia estar realizando para si, é muita doação. Esta doação descomedida que pode causar uma inquietação, revolta e tristeza profunda, quase sempre tão profunda que nem se quer permite-se queixar, ou quando o faz é com muita amargura e sem eficácia, sem potência. Apenas lamenta-se como se fosse uma grande vítima da circunstância.</p>
<p>Uma grande “saída para este problema” é desenvolver um câncer de mama, assim terá a atenção do marido e filhos e até mesmo de seu médico ginecologista. É uma mobilização geral, uma forma de assegurar-se de que sua vida de abdicação valeu a pena. O que acontece geralmente, é que esta mulher não parou para examinar-se (como muito se fala na prevenção com o auto-exame), perdeu muito tempo (com os outros – os culpados) e aí o caso pode ser tão grave, que causou metástases pelo corpo todo, ou ossos (sistema de sustentação do corpo) e a ajuda médica pode estar aquém de sua necessidade para curar-se.</p>
<p>Neste momento verifica-se na família um processo de culpabilidade, desta forma a paciente redimi-se de sua própria culpa\responsabilidade, passa por todos os processos de perda, frustração, descrédito a Deus, revolta e enfim a aceitação, momento em que vai perdoando um a um, como se realmente alguém pudesse ser responsável por sua vida e felicidade.</p>
<p>Curar-se significa livrar-se do mal, isto implica em aceitar o bem, abandonar as culpas e transformar o desejo de felicidade em atos de coragem.</p>
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		<title>Doença &#8211; Necessidade da alma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sinal à consciência A doença e a morte destroem a mania de grandeza dos homens e corrigem sua unilateralidade, o destitui do poder e lhe entrega à sociedade em que vive: mais honesto! Viver de forma saudável, fazer check-up, tomar vitaminas, fazer exercícios com regularidade, estudar e trabalhar no que gosta. Exercitar sua fé [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="subheader">Um sinal à consciência</h2>
<p>A doença e a morte destroem a mania de grandeza dos homens e corrigem sua unilateralidade, o destitui do poder e lhe entrega à sociedade em que vive: mais honesto!</p>
<p>Viver de forma saudável, fazer check-up, tomar vitaminas, fazer exercícios com regularidade, estudar e trabalhar no que gosta. Exercitar sua fé da sua forma, na sua igreja, procurar viver em paz com todos. Porém tudo isso, não irá impedir que o homem fique doente.</p>
<p>A doença é inerente ao homem, ela serve como um dosador de honestidade e discernimento entre o bem e o mal. Serve como uma luz, que penetra na sombra e revela sua fraqueza. A doença faz parte da saúde, assim como a morte faz parte da vida.</p>
<p>A ilusão de poder e controle sobre a própria vida e a dos outros, se quebra em mil pedacinhos assim que a primeira dor de cabeça imobiliza o indivíduo e o faz ranger os dentes; assim como, em seus relacionamentos inter-pessoais, alguém que tem muita confiança lhe trai. Porém com a desilusão vem a verdade e a liberdade, pois os sentimentos que agora florescem e aparecem põe em evidência a desarmonia estabelecida. Esta desarmonia é o sintoma, o sinal.</p>
<p>Quando o sintoma se manifesta no corpo de um ser humano, isto logo chama a atenção e interrompe muitas vezes a continuidade do caminho da vida até então vigente. Começa então a perturbação, mas o ser humano não quer ser perturbado, e assim começa a luta contra o sintoma. Todo sintoma tem seu significado e quando não elaborado, irá insistir até que o todo: mente, corpo e alma, entre em sintonia, harmonia novamente.</p>
<p>A doença (física) é um caminho para a libertação dos conflitos psíquicos, sociais e uma oportunidade para a ligação com Deus. Ela não acontece ao acaso, do nada, ela surge em decorrência do que está errado ou faltando ao seu humano.</p>
<p>Se não há reflexão do por que ela está se manifestando, os sintomas não desaparecem ou aparecem de outra forma, ou outra doença. O que pode acontecer de pior, é a evolução da doença, uma gripe por exemplo pode se transformar numa pneumonia, uma gastrite em câncer, ou uma raiva reprimida em doenças terminadas em ite: renite, sinusite&#8230; artrite.</p>
<p>Vou dar um exemplo:</p>
<p>Uma pessoa com artrite, que tem muita raiva contida (muitas vezes nem tem consciência desta raiva/ressentimento), sem saber como expressá-la, ou acreditando que não é possível expressá-la. Desta forma volta esta raiva contra si mesmo, desenvolvendo esta doença auto-imune que lhe causa muita dor e desconforto, impedindo movimentos, até mesmo os mais suaves. Era então, uma pessoa dinâmica e ativa, até que alguma coisa aconteceu ou ainda está acontecendo, que lhe trava aos poucos as articulações com dores. Passa então a procurar médicos, tomar remédios, fazer fisioterapia, terapias alternativas, etc. Mas nada “cura”.</p>
<p>Diagnóstico médico: inflamação nas articulações, acúmulo de toxinas. Mas não podemos ver só a parte física, temos que ver o todo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ou evolui o ser humano ou evolui a doença!</h2>
<p>É claro! A doença não foi decifrada e o mal fundamental não foi elaborado psicologicamente. Esta pessoa está na unilateralidade (cura física) buscando a “cura”. Não encontrará! Necessário se faz buscar o caminho do meio (tao), buscar as causas, não tratar os efeitos ou sintomas. A doença é um caminho para reequilibrar a pessoa, mostrar um novo caminho, novas soluções para suas angústias e desapontamentos.</p>
<p>A doença é uma grande oportunidade de crescimento emocional e espiritual, manifestada no corpo, através de seu simbolismo e sua realidade tangível.</p>
<p>A psicossomática trabalha com estes conceitos, bio(físico)psico(alma)social(inter-relacionamentos) como um todo. Não descarto desta forma, a busca para a ajuda da “cura” junto aos colegas médicos e terapeutas alternativos, muito pelo contrário, trabalho junto com eles. O ideal sempre é o trabalho em conjunto, mas nunca esquecer do todo.</p>
<p>O que nunca podemos esquecer é nossa alma habita nosso corpo. Um corpo que deve ser saudável, e que deve possuir uma mente equilibrada, afinal, nascemos para ser felizes!</p>
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		<title>EMDR &#8211; A psicologia evoluiu</title>
		<link>https://psicologiapsicossomatica.com.br/emdr-a-psicologia-evoluiu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:30:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento de estresse pós-traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta nova forma de tratar traumas emocionais tem sido matéria de muito estudo por todo o mundo científico, pois seus resultados são fascinantes. Traumas como: perdas, luto, bullying, abuso, doenças psicossomáticas, fobias, medos, ansiedade, depressão, agora, tem cura! O trauma deixa de machucar o indivíduo, restando apenas uma cicatriz no lugar da ferida. Não dói [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta nova forma de tratar traumas emocionais tem sido matéria de muito estudo por todo o mundo científico, pois seus resultados são fascinantes. Traumas como: perdas, luto, bullying, abuso, doenças psicossomáticas, fobias, medos, ansiedade, depressão, agora, tem cura!</p>
<p>O trauma deixa de machucar o indivíduo, restando apenas uma cicatriz no lugar da ferida. Não dói mais! Parece mágica?! Quase isso. Francine Shapiro, psicóloga norte-americana descobriu esta forma – através dos movimentos rápidos oculares &#8211; de dessensibilizar as dores emocionais quando tratava dos soldados que vinham traumatizados após a Guerra das Ilhas Malvinas. As pessoas mudam a ciência muda, tudo está em evolução, toda ciência evolui, também a saúde no campo da psicologia, agora associada a neurociência</p>
<p>O princípio básico desta técnica é utilizar o poder de resiliência do nosso aparelho emocional que consiste em fazer o caminho inverso dos sonhos. Quando dormimos, sonhamos, mas nem todo mundo se lembra de que sonhou. Durante o sonho os olhos se movimentam muito rapidamente (sono REM) acompanhando o que está acontecendo. O sonho serve para que nosso psiquismo de forma simbólica “resolva” os problemas do dia-a-dia ou traumas profundos, por isto sonhos recorrentes, inusitados e até pesadelos.</p>
<p>Com o EMDR se faz o caminho contrário: usando os sentimentos, emoções, sensações e lembranças traumáticas, indo diretamente na dor emocional, dessensibilizando e depois reprocessando. Por exemplo: alguém que sofre dolorosamente por um trauma de infância por muito tempo (mesmo que tenha compreendido cognitivamente), com a técnica do EMDR, deixa de sofrer e continua sua vida sem dor, com a lembrança, mas sem dor! EMDR não é hipnose é psiconeurologia.</p>
<p>Fantástico não? Com pouco tempo de trabalho em terapia, resultados rápidos. É claro que depende de cada indivíduo, mas todos têm a capacidade de autocura. Muitos pacientes já passaram por minha clínica e em uma única sessão, já saíram muitíssimo aliviados de suas dores. Quem mais está exposto ou sensibilizado emocionalmente, mas facilidade de cura tem!</p>
<p>O EMDR usa em outras palavras, o poder de resiliência do indivíduo para livrar-se das dores emocionais. É um processo que usa os movimentos rápidos dos olhos, ou tapping (ambos os movimentos bilaterais) e a interpretação auspiciosa e real dos aspectos psíquicos envolvidos na questão.</p>
<p>Acredito que logo esta técnica irá se expandir também aqui no Brasil, pois muitos colegas sabem que ajudar uma pessoa a ser curado de sua dor emocional o mais rápido possível é mais importante que remoer seus problemas meses a fio sem resultados eficientes. Quem sofre tem pressa!</p>
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		<item>
		<title>EMDR &#8211; Eye Movement Desensitization and Reprocessing</title>
		<link>https://psicologiapsicossomatica.com.br/emdr-eye-movement-desensitization-and-reprocessing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tratamento de estresse pós-traumático]]></category>
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					<description><![CDATA[EMDR significa Dessensibilização e Reprocessamento através de Movimentos Oculares. Uma abordagem terapêutica que permite acelerar o tratamento de um grande número de patologias e problemas de auto estima relacionados a experiências traumáticas do passado e condições adversas do presente. &#160; Quando acontece um evento perturbador, ele pode ficar bloqueado no cérebro com a imagem original, sons, pensamentos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>EMDR</strong> significa <em>Dessensibilização e Reprocessamento através de Movimentos Oculares</em>.</p>
<p>Uma abordagem terapêutica que permite acelerar o tratamento de um grande número de patologias e problemas de auto estima relacionados a experiências traumáticas do passado e condições adversas do presente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Quando acontece um evento perturbador, ele pode ficar bloqueado no cérebro com a imagem original, sons, pensamentos, sentimentos e sensações corporais, podendo conter uma combinação de elementos da realidade e também de fantasias, produto dos nossos sentimentos que colocam símbolos inconscientes na experiência vivida.</em></p>
<p><em>O EMDR parece estimular a informação permitindo que o cérebro processe a experiência. Isto também pode ser o que acontece no sono REM (onde se acredita também que seríamos capazes de processar a nível inconsciente experiências traumáticas do cotidiano) ou sono de sonhos – os movimentos oculares (sons, toques) podem ajudar a processar o material inconsciente.</em></p>
<p><em>É o seu próprio cérebro quem estará fazendo mudanças favoráveis para sua saúde, e você é quem está no controle, o tempo todo.</em></p>
<p><small>Magda Pearson<cite title="Source Title"></cite></small></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Todas as experiências que vivemos são armazenadas no cérebro num circuito integrado entre:</p>
<ul>
<li><strong>Tálamo </strong>&#8211; Reatividade emocional</li>
<li><strong>Hipotálamo </strong>&#8211; Comportamentos motivados como: regulação térmica, sexualidade, combatividade, fome e sede</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já as emoções nas partes laterais: o prazer e a raiva.</p>
<ul>
<li><strong>Nas partes medianas </strong>&#8211; Aversão, desprazer, gargalhada incontroláveis</li>
<li><strong>Giro Cingulado </strong>&#8211; Principal feixe nervoso ligando os dois hemisférios cerebrais (odores, visões sem memórias agradáveis, dor e comportamento agressivo</li>
<li><strong>Hipocampo </strong>&#8211; Memória</li>
<li><strong>Amigdala </strong>&#8211; Amizade, amor e afeição, exteriorização do humor, estados de medo e ansiedade</li>
<li><strong>Tálamo </strong>&#8211; Reatividade emocional</li>
<li><strong>Tronco Cerebral </strong>&#8211; Reações emocionais – apenas respostas reflexas- mecanismos de alerta, ciclo vigília-sono</li>
<li><strong>Núcleo dos Pares Cranianos </strong>&#8211; Alterações fisionômicas dos estados afetivos : raiva, alegria, tristeza, ternura</li>
<li><strong>Área Tegmental Ventral </strong>&#8211; Na parte superior do troco: sensações de prazer – orgasmo</li>
<li><strong>Septo </strong>&#8211; Centro do orgasmo</li>
<li><strong>Área Pré-Frontal </strong>&#8211; Gênese e expressão dos estados afetivos</li>
<li><strong>Lobo Frontal </strong>&#8211; Funções superiores, tomadas de decisões, soluções de problemas, planejamento</li>
<li><strong>Lobo Parietal </strong>&#8211; Recepção e processamento das informações sensoriais do organismo</li>
<li><strong>Lobo Occipital </strong>&#8211; Visão</li>
<li><strong>Lobo Temporal </strong>&#8211; Memória, emoção, audição e linguagem</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando um indivíduo é estimulado através da EMDR, está necessariamente, invocando suas memórias cerebrais em relação às suas emoções e resignificando inconscientemente e no estado de vigília (acordado). O que promove uma sensação de segurança e autocontrole. Mas não deixa de acessar seus “traumas” que podem e devem ser resignificados e desta forma tornando a vida do individuo menos travada em sentimentos e sensações limitantes.</p>
<p>É basicamente um trabalho neural, associado ao trabalho psicológico que dinamiza os processos emocionais internos. A percepção da mudança pode ocorrer: durante o processo ; em sonhos que elaborará os traumas com mais ferramentas; ou durante seu dia a dia com mudanças de comportamentos significativos.</p>
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