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	<title>Psicossomática &#8211; Angela Carero</title>
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	<description>Psicologia Psicossomatica</description>
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	<title>Psicossomática &#8211; Angela Carero</title>
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		<title>Estudos Científicos da Psicossomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 19:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicossomática]]></category>
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					<description><![CDATA[A procura por um médico, ou outro profissional de saúde, implica na relação de alguém no lugar do saber e um sujeito que depende de seus conhecimentos. No caso específico da Psicologia, se interpõem na relação cliente (criança ou adolescente) / médico, os responsáveis (genitores ou substitutos). Isso demanda conhecimento e experiência do profissional em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A procura por um médico, ou outro profissional de saúde, implica na relação de alguém no lugar do saber e um sujeito que depende de seus conhecimentos. No caso específico da Psicologia, se interpõem na relação cliente (criança ou adolescente) / médico, os responsáveis (genitores ou substitutos).</p>
<p>Isso demanda conhecimento e experiência do profissional em lidar com as três vertentes em comunicação durante a consulta: ele próprio, o cliente e seus familiares.</p>
<p>Uma das ferramentas de que dispõe o profissional, além de sua própria pessoa e do preparo na relação humana, é a coleta de dados sobre os fatos que determinaram a busca de ajuda.</p>
<p>Anamnese significa o conjunto de informações acerca do princípio e evolução da doença ou problema que levou à consulta. Torna-se Biográfica ao incluir a história de vida do sujeito a partir do início de sua existência. Não se trata da história natural da doença, mas da história vivenciada pela pessoa.</p>
<p>Leia mais sobre anamnese:</p>
<h2>Relação pessoal com a doença atual</h2>
<ol>
<li>Como se sente em relação a sua doença?</li>
<li>Houve algum acontecimento que antecedesse o aparecimento de sua doença? Você tem idéia do que pode ter causado a sua doença?</li>
<li>Sua doença está impossibilitando que você realize suas atividades habituais?</li>
<li>Quais foram as atitudes de seus familiares e amigos frente a sua doença?</li>
<li>Está realmente interessado em sua cura?</li>
<li>Tem algum “ganho” secundário?</li>
<li>Acredita que merece esta doença? Por quê?</li>
<li>Os médicos sabem te ouvir?</li>
<li>Acredita na cura?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Relação pessoal com as doenças progressas</h2>
<ol>
<li>Que reações ou atitudes você teve no decorrer das doenças da infância ou outras?</li>
<li>Como reagiram seus familiares, principalmente seu pai ou sua mãe?</li>
<li>Você se acidenta com frequência?</li>
<li>É muito descuidado?</li>
<li>Você se lembra se ocorreu algo antes desses acidentes?</li>
<li>Você era castigado após acidentes?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Infância</h2>
<ol>
<li>Como foi a gravidez e o parto de sua mãe?</li>
<li>Mamou no seio ou artificialmente?</li>
<li>Era uma criança difícil de alimentar?</li>
<li>Você se lembra quando controlou a urina?</li>
<li>Tinha algum tipo de medo?</li>
<li>Tinha alguma mania (chupar dedo, roer unha)?</li>
<li>Como reagia aos castigos?</li>
<li>Como era o seu relacionamento com seus irmãos?</li>
<li>E com seus pais?</li>
<li>Preferia mais seu pai ou sua mãe? Por quê?</li>
<li>E seus pais, tinham algum filho preferido?</li>
<li>Como era seu relacionamento com seus pais?</li>
<li>Foi vítima, sabe ou desconfia de abuso sexual na família?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>História familiar e relacionamentos</h2>
<ol>
<li>Seus pais gozam de boa saúde? Tem algum vício?</li>
<li>Descreva, de sua maneira, as características de seus pais.</li>
<li>Em caso de falecimento, qual foi a causa e o que essa perda representou?</li>
<li>No caso de ter filhos, está satisfeito com eles?</li>
<li>No caso de não ter filhos, foi uma opção ou uma impossibilidade?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Educação e trabalho</h2>
<ol>
<li>Como foi seu ingresso na vida escolar?</li>
<li>Como você se relacionava com seus colegas? Era líder? Tinha algum apelido? E com seus professores?</li>
<li>Você gostava de estudar? Que matérias mais lhe interessavam?</li>
<li>Sofreu de bullying? Qual a causa?</li>
<li>Você trabalha naquilo que realmente deseja?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Sonhos/Sono</h2>
<ol>
<li>Como é o seu sono, leve ou pesado?</li>
<li>Tem tido pesadelos? Sonhos?</li>
<li>Tem sonhos recorrentes?</li>
<li>Sonha colorido ou em preto e branco?</li>
<li>Acorda logo que tem o sonho?</li>
<li>Lembra-se dos sonhos?</li>
<li>Tem algum sonho que tenha marcado?</li>
<li>Range os dentes?</li>
<li>Tem apnéia?</li>
<li>Fala dormindo?</li>
<li>É sonâmbulo?</li>
<li>Acorda muitas vezes á noite?</li>
<li>Perde o sono com facilidade?</li>
<li>Tem dificuldade em adormecer?</li>
<li>Tem medo de adormecer?</li>
<li>Tem algum ritual para dormir?</li>
<li>Tomo alguma medicação para dormir?</li>
<li>Percebe se tem o sono agitado?</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Vida amorosa e sexual</h2>
<ol>
<li>Com que idade começou a namorar?</li>
<li>Como foi esse relacionamento e por quanto tempo?</li>
<li>Porque terminou?</li>
<li>Está certo de sua orientação sexual? Teve dúvidas?</li>
<li>Como você se comporta diante do sexto oposto?</li>
<li>Casou? Separou? Por quê?</li>
<li>Como se sente sexualmente com seu parceiro?</li>
<li>Tem ou teve relacionamentos fora do casamento? Quais as razões?</li>
<li>Existe alguma coisa que lhe marcou na esfera sexual?</li>
<li>Sofreu abuso? Já abusou de alguém?</li>
<li>Masturba-se? Qual a frequência?</li>
<li>Usa de revistas, internet, filmes, ou outros para se excitar?</li>
<li>Costuma misturar sexo com romance?</li>
<li>O que representa o sexo na sua vida?</li>
</ol>
<h4>Ninguém pode fazer a você o que não permitir!<br />
Então, pare de se torturar, aprenda a te conhecer e a perdoar!</h4>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Correlações Psicossomáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 18:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicossomática]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão. Louise L. Hay Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.</p>
<blockquote><p>Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão.<br />
Louise L. Hay</p></blockquote>
<p>Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.<br />
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.<br />
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.<br />
Perdoar dissolve o ressentimento.</p>
<p>A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças, e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.</p>
<p>Reflita, vale a pena tentar evitá-las:</p>
<p>Doenças / Causas</p>
<ul>
<li>Amidalite
<ul>
<li>Emoções reprimidas, criatividade sufocada.</li>
</ul>
</li>
<li>Anorexia
<ul>
<li>Ódio ao externo de si mesmo.</li>
</ul>
</li>
<li>Apendicite
<ul>
<li>Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.</li>
</ul>
</li>
<li>Arterosclerose
<ul>
<li>Resistência. Recusa em ver o bem.</li>
</ul>
</li>
<li>Artrite
<ul>
<li>Crítica conservada por longo tempo.</li>
</ul>
</li>
<li>Asma
<ul>
<li>Sentimento contido, choro reprimido.</li>
</ul>
</li>
<li>Bronquite
<ul>
<li>Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões.</li>
</ul>
</li>
<li>Câncer
<ul>
<li>Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.</li>
</ul>
</li>
<li>Colesterol
<ul>
<li>Medo de aceitar a alegria.</li>
</ul>
</li>
<li>Derrame
<ul>
<li>Resistência. Rejeição à vida.</li>
</ul>
</li>
<li>Diabetes
<ul>
<li>Tristeza profunda.</li>
</ul>
</li>
<li>Diarreia
<ul>
<li>Medo, rejeição, fuga.</li>
</ul>
</li>
<li>Dor de cabeça
<ul>
<li>Autocrítica , falta de autovalorização.</li>
</ul>
</li>
<li>Dor nos joelhos
<ul>
<li>Medo de recomeçar, medo de seguir em frente.</li>
</ul>
</li>
<li>Fibromas
<ul>
<li>Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).</li>
</ul>
</li>
<li>Frigidez
<ul>
<li>Medo. Negação do prazer.</li>
</ul>
</li>
<li>Gastrite
<ul>
<li>Incerteza profunda. Sensação de condenação.</li>
</ul>
</li>
<li>Hemorroidas
<ul>
<li>Medo de prazos determinados. Raiva do passado.</li>
</ul>
</li>
<li>Hepatite
<ul>
<li>Raiva, ódio. Resistência a mudanças.</li>
</ul>
</li>
<li>Insônia
<ul>
<li>Medo, culpa</li>
</ul>
</li>
<li>Labirintite
<ul>
<li>Medo de não estar no controle.</li>
</ul>
</li>
<li>Meningite
<ul>
<li>Tumulto interior. Falta de apoio.</li>
</ul>
</li>
<li>Nódulos
<ul>
<li>Ressentimento, frustração. Ego ferido.</li>
</ul>
</li>
<li>Pele (acne)
<ul>
<li>Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.</li>
</ul>
</li>
<li>Pneumonia
<ul>
<li>Desespero. Cansaço da vida.</li>
</ul>
</li>
<li>Pressão alta
<ul>
<li>Problema emocional duradouro não resolvido.</li>
</ul>
</li>
<li>Pressão baixa
<ul>
<li>Falta de amor quando criança. Derrotismo.</li>
</ul>
</li>
<li>Prisão de ventre
<ul>
<li>Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.</li>
</ul>
</li>
<li>Pulmões
<ul>
<li>Medo de absorver a vida.</li>
</ul>
</li>
<li>Quistos
<ul>
<li>Alimentar mágoa. Falsa evolução.</li>
</ul>
</li>
<li>Resfriados
<ul>
<li>Confusão mental, desordem, mágoas.</li>
</ul>
</li>
<li>Reumatismo
<ul>
<li>Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.</li>
</ul>
</li>
<li>Rinite alérgica
<ul>
<li>Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.</li>
</ul>
</li>
<li>Rins
<ul>
<li>Medo da crítica, do fracasso, desapontamento.</li>
</ul>
</li>
<li>Sinusite
<ul>
<li>Irritação com pessoa próxima.</li>
</ul>
</li>
<li>Tiroide
<ul>
<li>Humilhação.</li>
</ul>
</li>
<li>Tumores
<ul>
<li>Alimentar mágoas. Acumular remorsos.</li>
</ul>
</li>
<li>Úlceras
<ul>
<li>Medo. Crença de não ser bom o bastante.</li>
</ul>
</li>
<li>Varizes
<ul>
<li>Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>Curioso, não?</p>
<p>Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos&#8230; principalmente, daqueles que escondemos de nós mesmos.</p>
<p>&#8220;Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da alma&#8221;</p>
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		<title>Conceito Psicossomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 18:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Psicossomática]]></category>
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					<description><![CDATA[O conceito de Doença Psicossomática está associado à Patologia geral e à vida psíquica consciente e inconsciente. Entretanto, dada à natureza obscura desta inter-relação, há a necessidade de definições precisas para este termo. As noções mais usuais podem ser agrupadas em três categorias: &#160; A expressão psicossomática é empregada para designar sintomas ou síndromes funcionais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de Doença Psicossomática está associado à Patologia geral e à vida psíquica consciente e inconsciente. Entretanto, dada à natureza obscura desta inter-relação, há a necessidade de definições precisas para este termo. As noções mais usuais podem ser agrupadas em três categorias:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ol>
<li>A expressão psicossomática é empregada para designar sintomas ou síndromes funcionais em que a unidade patológica se constitui de uma expressão fisiológica e uma expressão psicológica manifestamente associada. Trata-se de fenômenos físicos expressivos de estados emocionais. Exemplos: náuseas, vertigens, espasmos, etc.</li>
<li>Este termo se aplica para descrever as doenças como expressões de um perfil particular de personalidade ou de conflitos psicológicos. Exemplos: asma brônquica, hipertensão arterial, colite ulcerativa. É nesta perspectiva que os primeiros psicossomatistas conceituavam as clássicas doenças psicossomáticas.</li>
<li>A Psicologia Psicossomática pode ser entendida como uma concepção da Medicina, cuja tendência é compreender a doença como uma manifestação do corpo como um todo. Dentro desta perspectiva, a atitude psicossomática transcende a noção de uma etiologia específica e articula-se com todas as dimensões dos seres humanos: psicológica, cultural, social, moral, física entre outras.</li>
</ol>
</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esses diversos aspectos aparecem numa interação complementar de modo que variações em um deles repercutem sobre os outros. Assim, as noções de psicogênese e somatogênese ficam sem sentido. Este enfoque propõe mudanças nas concepções de etiologia e de descrições das doenças, assim como nas noções que orientam a prática médica.</p>
<p>O observador, agora, ao fazer a coleta de dados relacionados com a história da doença, não pode mais negligenciar as informações sobre a família, relações sociais, amorosas, reiterando, assim, a doença de uma concepção acidental para compreendê-la em seu novo e verdadeiro significado.</p>
<p>Contudo, o médico atende as necessidades do paciente referente à doença manifesta e delega com propriedade ao psicólogo o cuidado com os aspectos psicológicos, pois este está mais preparado a atender as queixas inerentes da história da doença.</p>
<p>Desse modo, é através de seu método que a Psicologia e a Medicina vão poder assimilar os problemas de doenças atuais, como a noção de crise e de limiar a importância dos fatores de defesa ou de imunidade.</p>
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