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	<title>Outros &#8211; Angela Carero</title>
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	<description>Psicologia Psicossomatica</description>
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	<title>Outros &#8211; Angela Carero</title>
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		<title>Como funciona o trauma emocional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2020 14:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje trago uma breve reflexão sobre como funciona o trauma emocional. &#8220;As raízes representam o estágio pré-natal de crescimento. Onde a árvore toca o solo é o nascimento, o tronco é a primeira infância e a segunda infância, os ramos inferiores são a terceira infância, adolescência e até a idade adulta nos ramos superiores. Se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje trago uma breve reflexão sobre como funciona o trauma emocional.</p>
<p>&#8220;As raízes representam o estágio pré-natal de crescimento. Onde a árvore toca o solo é o nascimento, o tronco é a primeira infância e a segunda infância, os ramos inferiores são a terceira infância, adolescência e até a idade adulta nos ramos superiores. Se o trauma ocorrer em qualquer estágio, o resto do crescimento da árvore (também conhecido como o desenvolvimento do cérebro) além desse ponto é afetado negativamente. Quanto mais velho você for, mais experiências de vida e conhecimento terá para enfrentar e menos ativamente o cérebro estará se desenvolvendo (ou seja, mais ramificações você terá para compensar)&#8221;.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-361 size-medium" src="https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241-212x300.png" alt="Plant Flowers Line Art Roots - GDJ / Pixabay" width="212" height="300" srcset="https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241-212x300.png 212w, https://psicologiapsicossomatica.com.br/wp-content/uploads/2020/10/plant-flowers-line-art-roots-5139241.png 453w" sizes="(max-width: 212px) 100vw, 212px" /></p>
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		<title>Tudo gira em torno da culpa</title>
		<link>https://psicologiapsicossomatica.com.br/tudo-gira-em-torno-da-culpa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Você já parou para pensar que, quando alguma coisa desagradável acontece, a primeira coisa que as pessoas fazem é procurar um culpado? Quem foi que fez isso??? De quem é a culpa??? Os pais são sempre culpados pelo o que os filhos são e fazem! Ele(a) é culpado(a) por me abandonar! Mamãe ou papai está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você já parou para pensar que, quando alguma coisa desagradável acontece, a primeira coisa que as pessoas fazem é procurar um culpado?</p>
<ul>
<li>Quem foi que fez isso??? De quem é a culpa???</li>
<li>Os pais são sempre culpados pelo o que os filhos são e fazem!</li>
<li>Ele(a) é culpado(a) por me abandonar!</li>
<li>Mamãe ou papai está doente porque seus filhos lhes causam muito trabalho!</li>
<li>Meu chefe não me promove porque ele não gosta de mim!</li>
<li>Meu professor me deu nota ruim porque implicou comigo!</li>
<li>O José bateu o carro porque Maria brigou com ele!</li>
<li>O meu trabalho me tira o sono!</li>
<li>Ninguém em casa reconhecem o meu trabalho!</li>
<li>Meu vizinho faz barulho porque sabe que me tira do sério!</li>
<li>Estou desempregado porque não sabem do meu valor!</li>
<li>Enfim&#8230; até Deus é culpado por nossas desgraças!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>E daí em diante. Você sempre achará um culpado por sua insatisfação ou infelicidade. Isso é fácil, extremamente fácil!</p>
<p>Mas parar para se perguntar qual sua parcela de culpa nisso é que é difícil, mas não muito! Porque aprendemos desde cedo a nos culparmos e buscarmos culpados.</p>
<p>Já no berço, os nossos pais demonstram o quanto estão mal quando não fazemos o que querem, ou que não querem. Exemplo: Diz a mãe: “Olha só o que você fez! Vou ter que arrumar seu quarto de novo! Não tempo pra mais nada. Nem para um banho em paz!”</p>
<p>Imagine você, a quantas chantagens emocionais foi submetido para que se tornasse um culpado compulsivo?</p>
<p>O tornar alguém culpado é algo simples e que não é de responsabilidade só dos pais, mas de todo meio social. Na escola, na religião, no trabalho, enfim, em tudo que diz respeito ao processo de socialização, até chegar a um ponto tal que o processo ocorra automaticamente. Desta forma aprendemos, como mecanismo de defesa, a buscarmos os nossos culpados também.</p>
<p>Dos papéis que vivemos na vida: pai, mãe, filho, irmão, amigo, esposa, aluno, funcionário etc., os que mais exercitamos são os papéis de: detetives, delegados e juízes, porque sempre haverá o culpado por algo de ruim que te acontece. Se um raio cair sobre sua cabeça, o culpado será a prefeitura por não ter posto ali um pára-raios!</p>
<p>Fazer culpados é o meio mais rápido e fácil de obter o poder da manipulação. No outro sentido, é o meio mais rápido e fácil de sermos vítimas – o que costuma ser altamente reconfortante pois, nesse caso, nada mais haveria para se fazer!</p>
<p>Pode ser que você diga que não goste do papel de vítima, prefere o de perseguidor ou de salvador. Tanto faz! Você está no jogo da manipulação! Não está livre para ser você!</p>
<p>Sem jogo, sem manipulação: há quem viva sem isso? Sim, é claro que sim! São os que, ao invés de buscar/ser culpado, buscam a <strong>responsabilidade!</strong></p>
<p>Quando o questionamento sobre algo de ruim ou de bom, começa por você (<em>O que fiz para estar nesta situação? O que pensei quando fiz isso? O que estou sentindo? O que foi que eu falei?</em>) nada acontece à você, a não ser que você permita!</p>
<p>Onde fica a sua responsabilidade quando algo te acontece? Nos ombros dos “outros”? Onde você guarda seu poder de julgamento no primeiro impulso mediante a qualquer situação? Escondido em seu lado escuro?</p>
<p>Acontece que os papéis de vítima, salvador ou perseguidor são psicodinâmicos, ou seja, eles mudam, mas sempre há uma preferência, por um ou por outro (o de vítima é o mais comum). É um grande erro! Entrar neste jogo faz mal à saúde física, mental e social. É a nascente das neuroses, das doenças físicas e sociais.</p>
<p>Você é o único responsável pelo que pensa, diz, sente e faz; e igualmente responsável pelo que não pensa, não diz, não sente e não faz!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>Eu te amo, e o que é que tu tens haver com isso? Se te amo, o sentimento de amor é meu, se faço algo para ser correspondido é minha responsabilidade mas, se não sou correspondido, terei que lidar com minha frustração. Ou seja, o outro não tem que assumir a responsabilidade pelo meu amor, meus sentimentos. Se criei expectativas e elas me “derrubaram”, o outro não tem responsabilidade por não me amar, por eu cair de cima da minha fantasia! Neste momento, como defesa, culpo o outro: O infeliz não reconhece quem realmente lhe ama e ainda assim me faz sofrer. É ele o culpado por minha infelicidade, minha tristeza e agonia!</em></p>
<p><em><small>Nietzsche</small></em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assumir a responsabilidade que lhe é cabível promove a saúde e o bem estar geral. Será que você é mesmo responsável por quem cativa? Ou o outro também é responsável por se deixar ser cativado?</p>
<p>As pessoas estão cada vez mais perdidas com estas questões de responsabilidade emocional, é mais cômodo ser e buscar culpados, é mais fácil de administrar e mais nobre perdoar.</p>
<p>Trocar a culpa por responsabilidade, não é fácil, não é socialmente honroso (“Já perdoei!”), mas liberta a mente , seu mundo fica mais leve e seu caminho mais suave.</p>
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		<title>A família do paciente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos. Eric Berne &#8211; Acomodados &#160; Análise Transacional (AT) é uma teoria da personalidade criada pelo Dr. Eric Berne no final da década de 50. De acordo com a definição da International Transactional Analysis Association (ITAA): &#8220;A Análise Transacional é uma teoria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos.</em></p>
<p><em><small>Eric Berne &#8211; <cite title="Source Title">Acomodados</cite></small></em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Análise Transacional (AT) é uma teoria da personalidade criada pelo Dr. Eric Berne no final da década de 50. De acordo com a definição da International Transactional Analysis Association (ITAA): &#8220;A Análise Transacional é uma teoria da personalidade e uma psicoterapia sistemática para o crescimento e a mudança pessoal&#8221;. É também uma filosofia de vida, uma teoria da Psicologia individual e social. Possui um conjunto de técnicas de mudança positiva que possibilita uma tomada de posição quanto ao ser humano.</p>
<p>Atualmente, a AT tem evoluído e se desenvolvido através das diversas contribuições teóricas e práticas de muitos autores seguidores de Berne e conta também com uma difusão e aplicação em nível mundial.</p>
<p>O termo transacional deveu-se ao interesse que Berne tinha pelo que ocorria entre as pessoas. Daí o estudo, a análise, as trocas de estímulos e as respostas (transações) entre os indivíduos serem a ênfase dada por Berne ao iniciar as suas pesquisas e observações que culminaram na criação da Análise Transacional (AT).</p>
<p>Além de ter se ocupado primordialmente com o que ocorre entre os indivíduos, Berne contribuiu ainda com excelente modelo de estudo do que ocorre no interior do indivíduo. Berne dizia: &#8220;todos nós nascemos príncipes e princesas, mas às vezes nossa infância nos transforma em sapos&#8221;. É uma filosofia positiva e de confiança no ser humano: todos nós nascemos bem (&#8220;OK&#8221;), com capacidade plena para obter sucesso e satisfação de nossas necessidades. A única exceção é quando o indivíduo sofre alguma afecção orgânica grave.</p>
<p>A AT é um modelo de aprendizagem, que veio em substituição ao velho modelo da &#8220;enfermidade mental&#8221;. Berne detestava usar termos médicos complicados, por isso passou a usar uma linguagem fácil, do cotidiano, de tal modo que todos o entendiam. A naturalidade da AT fundamenta-se nas necessidades básicas do ser humano: biológicas, psicológicas e sociais.</p>
<p>Berne buscou formular a sua teoria a partir do que via e ouvia, através do que diziam e faziam os seus clientes. Ele era muito observador da conduta humana, não era adepto de teorias que não pudessem ser demonstradas e colocadas em prática.</p>
<p>A teoria da AT, em quase a sua totalidade, pode ser representada mediante gráficos simples, tais como círculos, triângulos, vetores, quadrados, etc., permitindo, assim, o seu aprendizado através dos conceitos abstratos e, além disso, fornece excelente possibilidade de aprendizado através do canal visual.</p>
<p>A teoria da AT está estruturada através de 10 instrumentos, que aliados ao conhecimento da história pessoal do indivíduo, aos sinais de comportamentos observados e da intuição, permite predizer, com um grau de acerto espantoso, o que acontecerá ao indivíduo, caso ele continue com o seu programa interno.</p>
<p>Esse grau de acerto elevado, tanto se verifica no nível individual quanto em grupos e em organizações, facilitando, assim, a prevenção de comportamentos destrutivos e perigosos, possibilitando uma atuação precisa e potente para que não haja uma concretização de tais predições. Isto possibilita uma atuação preventiva tanto por parte do profissional como por parte do cliente, pois em virtude de sua simplicidade permite a compreensão do comportamento próprio e alheio, sem a necessidade de dispêndio de muito tempo e dinheiro para consolidar um diagnóstico preciso, demonstrando desse modo a sua eficácia.</p>
<p>Outro aspecto que considero de muita importância na AT é o fato de sua teoria ser de fácil assimilação, inclusive para os leigos. Uma criança de 8 a 10 anos de idade assimila perfeitamente os seus conceitos. A AT é também de fácil integração com outras teorias psicológicas tais como a Gestalt Terapia, que trabalha com as emoções, as sensações, os diálogos com partes de si mesmo; e ainda pode ser aliada a técnicas corporais, Hipnose, Psicodrama, Biodança, etc., ou seja, é fácil traduzir essas e outras teorias para o modelo transacional. Em outras palavras, como diz R. Kertész descrevendo a facilidade de entendimento da AT: &#8220;creio que é o melhor idioma psicológico, porque todos o entendem&#8221;.</p>
<p>Berne dizia que: &#8220;se um observador entra num grupo de terapia transacional, talvez leve algum tempo para distinguir quem seja o terapeuta já que ele não se veste de maneira diferente, age de modo natural e usa o mesmo idioma que os integrantes&#8221;. Isso enfatiza a sua filosofia igualitária: ninguém é melhor do que ninguém, apenas alguns possuem maiores talentos do que outros, em algum aspecto.</p>
<p>Outra característica da AT é o trabalho contratual. O contrato é um acordo bilateral entre o terapeuta e o cliente, que tem por finalidade alcançar os objetivos propostos. O cliente enumera as mudanças que deseja alcançar e o terapeuta aceita trabalhar com ele facilitando-o atingir as mudanças desejadas.</p>
<p>O objetivo último da AT é levar o indivíduo a alcançar a Autonomia de Vida. Entende-se por Ser Autônomo o indivíduo que tem o controle de sua própria vida, aceita a responsabilidade de seus próprios sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de abdicar-se de padrões inadequados para viver no aqui-e-agora. Tudo isso pode ser obtido através da recuperação de três capacidades: consciência, espontaneidade e intimidade. Essas três capacidades são inatas no ser humano, entretanto algumas vezes ficam limitadas devido a situações estressantes ou traumáticas que sofremos em nossa infância</p>
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		<title>Pensamento Equivocado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitos falam da força do “pensamento positivo”, como se fosse algo mágico, de fácil acesso e realização igualmente para todos mas, infelizmente, não é bem assim. Muita gente quer ter pensamentos e sentimentos bons e construtivos, mas não conseguem, por quê? Porque, na maioria das vezes, existem “outros pensamentos”, formatados de uma maneira na qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos falam da força do “pensamento positivo”, como se fosse algo mágico, de fácil acesso e realização igualmente para todos mas, infelizmente, não é bem assim. Muita gente quer ter pensamentos e sentimentos bons e construtivos, mas não conseguem, por quê?</p>
<p>Porque, na maioria das vezes, existem “outros pensamentos”, formatados de uma maneira na qual o indivíduo acredita ser “a pura verdade”, isto é, irrefutável, não há o que pensar, ou fazer, aquele pensamento “ruim” tem vida própria e domina a vida do indivíduo, tomando seus pensamentos e, por conseguinte, seu corpo.</p>
<p>Os pensamentos nascem de experiências, vivências e percepções individuais. Por isso, numa família de cinco filhos por exemplo, cada filho tem uma forma diferente de ser.</p>
<p>Todos nasceram e foram criados pelos mesmos pais, na mesma casa, na mesma comunidade e, mesmo assim, a individualidade é notória.</p>
<p>Uma mesma experiência vivida por uma pessoa pode ter conseqüências diferentes para outra. Os dados são coletados e “formatados” de formas diferentes por cada um de nós, desta forma, o que pode ser bom para um pode ser ruim para outro.</p>
<p>A Medicina psicossomática estuda como os indivíduos pensam e sentem, o que fatalmente irá corresponder numa manifestação física, geralmente numa doença correspondente ao pensamento e sentimento equivocados. Isto quer dizer: que se não houver congruência no que se diz, faz, pensa e sente o organismo arcará com as consequências.</p>
<p>Por exemplo: se penso que estou sendo injustiçado: sinto esta dor, falo sobre ela, mas não faço nada contra isto, meu organismo terá que se manifestar. A raiva da “não atitude”, irá tomar um dos dois caminhos: o ressentimento ou o ódio. Estes sentimentos irão certamente ficar armazenados no inconsciente, mas não irão desaparecer. Poderão até parecer que estão sumidos , mas ainda estarão lá. E se não forem confrontados e trazidos para a consciência, irão produzir um sinal concretizado em forma de doença.</p>
<p>Se tratar da doença sem pensar no que a causou, esta doença poderá voltar (recorrências) ou tomar outro caminho, em forma de outras doenças. O grande problema desta questão é que por ser mais “fácil e barato”, as pessoas buscam seus médicos que tratam da doença e quando a mente dá sinais de distorções (o paciente chora muito e reclama de sintomas emocionais, como distúrbios de sono ou fome), medica-se com um anti-depressivo ou ansiolítico ou os dois, mas a “grande causa” ainda estará lá.</p>
<p>Os remédios em geral, não irão de forma alguma curar um pensamento e um sentimento equivocado, irão apenas tentar desviar a doença ou tentar controlá-la. Nada disso irá adiantar&#8230; As doenças do Sistema Imunológico estão cada vez presentes nos dados estatísticos da Organização Mundial da Saúde, que vão desde uma aparentemente inofensiva renite alérgica, tireoidites, diabetes até a grande maioria dos cânceres.</p>
<p>As doenças que são originalmente hereditárias, poderiam não manifestar-se num indivíduo com a mente sã. E para que isso ocorra, voltamos ao tema: pensamento equivocado, sentimento equivocado é igual a corpo doente. Não há como separar a mente do corpo e ambos da alma. Indivíduo quer dizer: ser bio-psico-social, daí a expressão <em>mens sana in corpore sano</em>.</p>
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