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	<title>Doenças &#8211; Angela Carero</title>
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	<title>Doenças &#8211; Angela Carero</title>
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		<title>Remédio ou Psicoterapia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma pessoa está com algum sintoma emocional (como: insônia, ansiedade, depressão, compulsão, dificuldade de concentração, labilidade de humor etc.) logo pensa que precisa de um médico. Muito comum alguém indicar um psiquiatra ou nem isto, um médico conhecido para que lhe medique. Por que isto? Por que não se questiona uma ida a um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma pessoa está com algum sintoma emocional (como: insônia, ansiedade, depressão, compulsão, dificuldade de concentração, labilidade de humor etc.) logo pensa que precisa de um médico. Muito comum alguém indicar um psiquiatra ou nem isto, um médico conhecido para que lhe medique.</p>
<p>Por que isto? Por que não se questiona uma ida a um psicoterapeuta ao invés de um médico?</p>
<p>Simples: o psicoterapeuta não pode medicar, ou seja , eliminar sintomas de imediato e é caro, quase que inacessível à maioria da população. Ou pior: “psicólogo é coisa para loucos!”</p>
<p>Há muita falta de esclarecimento para a população, por isto a busca de um médico clínico e ou especialista é muito maior que a busca por psicólogos.</p>
<p>Existe ainda um agravante que são os “convênios médicos”, que acabam indicando este ou aquele médico, que com certeza irá medicar os sintomas, ou seja, dar uma solução paliativa para os problemas, mas não irá com certeza curar o paciente. Existe ainda outro agravante: pouco se credencia (nos convênios médicos) psicólogos para fazer psicoterapia, daí o nome “convênio médico”.</p>
<p>Resultado: muita gente sendo medicada com ansiolíticos, antidepressivos e por aí vai, sem um resultado eficaz. Não resolve o problema e cria-se outro: a dependência medicamentosa, o que é muito pior. Porque além da dependência do remédio cria-se também a dependência do médico, consequentemente do convênio. Ao meu ver pior ainda é quando o médico é psicanalista e receita psicotrópicos.</p>
<p>Num encontro com seu paciente o médico-psicanalista não poderá ajudar efetivamente o paciente, mas, medicar sim. Se o paciente “gostou” do médico, pode até pagar por sessões de psicanálise à parte, pois o convênio não paga todas as consultas psicanalíticas. Então o paciente que não tem disponibilidade financeira, fica restrito apenas à medicação.</p>
<p>Existem medicações imprescindíveis, para serem utilizadas num curto período de tempo, para que o paciente supere a crise e até mesmo compreender seu processo analítico. Como por exemplo: dormir melhor, diminuir a ansiedade e a depressão, poder comer e pensar com mais clareza em seu processo.</p>
<p>Mas nunca medicar e só. Deve-se sempre ser acompanhado por um psicoterapeuta, pelo menos uma vez por semana, para que possa resolver o problema efetivamente. Uma coisa é fazer psicoterapia, onde o paciente irá entrar em contato com o que realmente lhe está fazendo mal e poder decidir ou re-decidir o que fazer e desta forma livrar-se do sofrimento. Outra coisa é ficar com o sofrimento latente e drogado para que possa suportar sua dor.</p>
<p>Não acredito que isto deva continuar assim, sendo um grande problema na saúde em geral. Com boa vontade, os donos dos convênios poderiam contratar mais psicólogos que trabalhem com psicoterapia de grupo, que ao meu ver é muito eficaz; e fazer um saneamento na saúde como um todo, sem prejuízo para os convênios e para os conveniados.</p>
<p>Mas não basta os “donos de convênios” terem boa vontade, é necessário que os conveniados sejam esclarecidos, aceitem e busquem ajuda de um psicólogo e que, de preferência, tenha experiência e tenha o real interesse em psicologia (os que mais estudam e tem títulos).</p>
<p>Então, para problemas emocionais, medicação só em último caso, desde que acompanhado por um psicoterapeuta. Fique atento! E quando seu médico lhe receitar “algo para dormir melhor”, lhe questione se não seria o caso de ser encaminhado para um psicólogo credenciado.</p>
<p>Hoje, todo mundo fala em qualidade de vida, pois saiba que a qualidade de vida começa de dentro para fora. Uma pessoa bem equilibrada emocionalmente, com certeza irá melhorar inclusive seu meio externo, da mesma forma que uma desequilibrada, pode tirar toda uma família de seu centro.</p>
<p>Muito já se faz em empresas, que investem em saúde emocional de seus funcionários, com psicoterapia de grupo, além dos belíssimos serviços prestados por seus Assistentes Sociais.</p>
<p>Psicoterapia de grupo é mais barato, mais eficaz e ajuda a criar vínculos saudáveis.</p>
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		<title>Doenças Somáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando pensamos em doença psicossomática, normalmente pensamos que se trata de alguma doença originária de algum trauma psicológico ou de um estresse vivido. Dificilmente pensamos que um determinado tipo de câncer, doenças do sistema imunológico, como: rinite, sinusite, tireoidite, ou enxaqueca, dores musculares crônicas, problemas de infertilidade etc, estão diretamente correlacionadas com problemas emocionais. Sempre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos em doença psicossomática, normalmente pensamos que se trata de alguma doença originária de algum trauma psicológico ou de um estresse vivido.</p>
<p>Dificilmente pensamos que um determinado tipo de câncer, doenças do sistema imunológico, como: rinite, sinusite, tireoidite, ou enxaqueca, dores musculares crônicas, problemas de infertilidade etc, estão diretamente correlacionadas com problemas emocionais.</p>
<p>Sempre pensamos que doenças emocionais são a: depressão, hipocondria, as manias, os distúrbios compulsivos e/ou obsessivos, a histeria, os distúrbios psicóticos, as esquizofrenias, etc. Mas é raro atentar para o fato de que determinados comportamentos “aceitáveis”, como: sempre cair e machucar-se, acidentar-se de carro, viver derrubando coisas, atrasando-se para compromissos, nunca terminar ao que se propôs fazer e muito mais, possa ser de fundo emocional.</p>
<p>Acontece que na verdade, nada acontece por acaso. Nossa mente não se desliga do nosso corpo, nem por um segundo, estamos sempre conectados com conteúdos internos e na sua grande maioria inconscientes. O que nos faz analisar caso a caso, o porque as pessoas desenvolvem doenças, aliás, esta afirmação fica ainda mais questionável, porque os indivíduos não aceitam que fizeram determinada doença, que são responsáveis por ela.</p>
<p>Acontece que as doenças e alguns comportamentos indesejáveis (como, por exemplo: os tiques-nervosos), são produzidos sim pelo indivíduo. É um sinal do corpo de que algo não vai bem. Especialmente as doenças que nos atrapalham, nos impedem ou até nos imobilizam totalmente, são doenças de alerta máximo, para que possamos refletir e analisar o que de errado nos está acontecendo emocionalmente.</p>
<p>Todos temos sistemas de defesa, alguns conscientes, muitos outros inconscientes, para justificarmos nossos comportamentos, nossas relações interpessoais, nossas adaptações ás situações do cotidiano, enfim, buscamos sempre nos contextuar a determinadas situações que nos fazem sofrer emocionalmente, e muitas vezes, nem percebemos que estamos sofrendo.Às vezes até percebemos um desconforto físico ou emocional, mas não paramos para questionar o que está havendo. Pessoas felizes, com seu trabalho, família, estudo, sexo, relações interpessoais, religião, hobby, etc., não adoecem facilmente. Pessoas realizadas ou em busca da realização com convicção, são pessoas que não precisam do “sistema de alerta do corpo”: a doença.</p>
<p>Não é sem razão que muitos idosos, que tiveram uma vida cheia de agradáveis realizações, vivem com qualidade de vida e disposição, e até mais que muitos jovens.</p>
<p>A doença é um sinal do nosso corpo, um alerta, veemente, de que precisamos mudar alguma coisa no roteiro de nossa vida.</p>
<p>A vida é muito curta para sermos mesquinhos, assim como é muito preciosa para aprendermos a valoriza-la. Muitas pessoas adoecem para mobilizar os outros, de forma inconsciente, um indivíduo acamado ou com uma doença grave, mobiliza muita gente, até mesmo muda o roteiro da vida do outro.</p>
<p>A doença é um caminho muitas vezes inconsciente para “conquistar” algo ou alguém, e quase sempre frustrado o doente arrisca e muitas vezes perde a vida.</p>
<p>Em nosso Sistema de Saúde, contamos hoje com poucos médicos que tem a consciência de advertir, alertar e orientar seu paciente que sua doença precisa de maiores cuidados.E que determinados exames e medicações, quase sempre caros e que causam efeitos colaterais, é só ler a bula (os médicos desaconselham ler as bulas, porque sabem que o paciente pode desenvolver algum sintoma descrito como colateral – dizem que o paciente pode ficar sugestionado), são na verdade paliativos, pode-se livrar de um sintoma temporariamente, até mesmo de uma doença, mas outra aparecerá ou haverá recorrência da mesma.</p>
<p>Poucos indicam para uma avaliação psicológica, para fazer um trabalho concomitante com o medicamentoso. Por isso os consultórios médicos vivem cheios de gente, na sua grande maioria angustiada.Temos que contar também, que ainda tem muita gente que acredita que psicoterapia é coisa pra louco. Desta forma os pacientes encaminhados para uma psicoterapia, acreditam não estarem sendo levados a sério pelo seu médico, ou que o médico o julga “um louco”.Alguns médicos sentem dificuldade em indicar psicoterapia, porque a cultura atual, ainda é preconceituosa em relação a este assunto.</p>
<p>Se a saúde emocional for levada a sério, tanto pelo paciente, como pelo médico, muitos gastos poderiam ser evitados assim como muito sofrimento, tanto para o paciente, como para seus familiares e pessoas próximas. A psicoterapia pode prevenir muitas doenças, mas não se deve também deixar de ter uma opinião médica a respeito do doente.</p>
<p>Então podemos concluir que mente sã, corpo são, é a mais pura verdade, assim nunca se separa a mente do corpo, nem o corpo e mente da alma. É preciso estar atento para uma abordagem mais completa.Quando se trata de uma pessoa doente, ou não, um indivíduo deve sempre ser visto como um todo, não em partes. Quando nos queixamos de alguma doença dizemos que estamos doentes, por exemplo: “eu tive um infarto” e não “meu coração infartou-se”. Uma pessoa bem equilibrada emocionalmente, de bem com Deus, não adoece.</p>
<p>O estudo da psicossomática envolve conhecimento em clínica geral e algumas cadeiras médicas específicas.É necessário ter um vasto conhecimento em psicologia e religiões também. A cadeira de Homeopatia, caminha por este pensamento: ver o indivíduo como um todo, um ser bio-psico-social que tem uma história de vida e uma alma, mas só o tratamento homeopático não resolve; não é difícil hoje, encontrarmos grandes nomes da homeopatia, que trabalham em concomitância com psicólogos.</p>
<p>Mas infelizmente, com a necessidade econômica de nossa sociedade precisar dos convênios médicos, acabamos nos deparando com o pouco tempo que o médico pode disponibilizar para seus pacientes. Existem muitas queixas do tipo: “o médico nem olhou para minha cara, e aviou a receita”.Fica menos mal quando pelo menos é pedido um exame clínico e ou laboratorial, já que “não houve tempo disponível para um exame clínico descente. Concordamos que a “clínica é soberana”, desde que se faça uma boa avaliação clínica. É neste momento em que o médico pode colher dados sobre as queixas do paciente (fazer uma anamnese) e, ouvindo-o poderá concluir que pode ser uma indicação para uma avaliação psicológica, ou mais precisamente psicossomática.Um dia chegaremos lá, onde a saúde é tratada com amor e respeito.</p>
<p>Existe ainda um fator que devemos atentar, que é a procura cada vez maior por curas mágicas: em centros espíritas, com xamãs, curandeiros em geral,”remédios milagrosos”, curas esotéricas , terapias alternativas, etc. É fato que a fé move montanhas, mas até a fé que precisamos para nos transformar e promover a cura tem que ser descoberta dentro de nós.</p>
<p>Quando o doente está fazendo uma psicoterapia, busca-se sempre a congruência entre o pensar, sentir e fazer, também igualmente o que não pensar, não sentir e não fazer, se caminharmos nesta direção, encontraremos a necessidade do “religare”, ou seja, da busca da fé em Deus. Não um Deus distante, lá no céu, um Deus aqui dentro de nós, que promove o verdadeiro milagre da cura.</p>
<p>Esta é uma luta de todos nós, pacientes, médicos e psicólogos.</p>
<p>Um caso clássico de doença psicossomática, e de grande incidência, a pesar de contarmos com o fator de hereditariedade, é o câncer de mama. Pense bem, uma mulher que se casa, tem filhos e passa a cuidar da casa, do marido e sua carreira, dos filhos e seus estudos, preocupada com a sobrevivência, bem estar, conforto e entretenimento de todos, abdica de sua própria vida, seus sonhos de realização pessoal, de estar inserida no mundo como alguém que produz algo para si com a satisfação intrapessoal.</p>
<p>Abdicar-se de si para cuidar das realizações dos outros, sem nunca se questionar o que ela poderia estar realizando para si, é muita doação. Esta doação descomedida que pode causar uma inquietação, revolta e tristeza profunda, quase sempre tão profunda que nem se quer permite-se queixar, ou quando o faz é com muita amargura e sem eficácia, sem potência. Apenas lamenta-se como se fosse uma grande vítima da circunstância.</p>
<p>Uma grande “saída para este problema” é desenvolver um câncer de mama, assim terá a atenção do marido e filhos e até mesmo de seu médico ginecologista. É uma mobilização geral, uma forma de assegurar-se de que sua vida de abdicação valeu a pena. O que acontece geralmente, é que esta mulher não parou para examinar-se (como muito se fala na prevenção com o auto-exame), perdeu muito tempo (com os outros – os culpados) e aí o caso pode ser tão grave, que causou metástases pelo corpo todo, ou ossos (sistema de sustentação do corpo) e a ajuda médica pode estar aquém de sua necessidade para curar-se.</p>
<p>Neste momento verifica-se na família um processo de culpabilidade, desta forma a paciente redimi-se de sua própria culpa\responsabilidade, passa por todos os processos de perda, frustração, descrédito a Deus, revolta e enfim a aceitação, momento em que vai perdoando um a um, como se realmente alguém pudesse ser responsável por sua vida e felicidade.</p>
<p>Curar-se significa livrar-se do mal, isto implica em aceitar o bem, abandonar as culpas e transformar o desejo de felicidade em atos de coragem.</p>
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		<title>Doença &#8211; Necessidade da alma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Angela Carero]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 20:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[Um sinal à consciência A doença e a morte destroem a mania de grandeza dos homens e corrigem sua unilateralidade, o destitui do poder e lhe entrega à sociedade em que vive: mais honesto! Viver de forma saudável, fazer check-up, tomar vitaminas, fazer exercícios com regularidade, estudar e trabalhar no que gosta. Exercitar sua fé [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="subheader">Um sinal à consciência</h2>
<p>A doença e a morte destroem a mania de grandeza dos homens e corrigem sua unilateralidade, o destitui do poder e lhe entrega à sociedade em que vive: mais honesto!</p>
<p>Viver de forma saudável, fazer check-up, tomar vitaminas, fazer exercícios com regularidade, estudar e trabalhar no que gosta. Exercitar sua fé da sua forma, na sua igreja, procurar viver em paz com todos. Porém tudo isso, não irá impedir que o homem fique doente.</p>
<p>A doença é inerente ao homem, ela serve como um dosador de honestidade e discernimento entre o bem e o mal. Serve como uma luz, que penetra na sombra e revela sua fraqueza. A doença faz parte da saúde, assim como a morte faz parte da vida.</p>
<p>A ilusão de poder e controle sobre a própria vida e a dos outros, se quebra em mil pedacinhos assim que a primeira dor de cabeça imobiliza o indivíduo e o faz ranger os dentes; assim como, em seus relacionamentos inter-pessoais, alguém que tem muita confiança lhe trai. Porém com a desilusão vem a verdade e a liberdade, pois os sentimentos que agora florescem e aparecem põe em evidência a desarmonia estabelecida. Esta desarmonia é o sintoma, o sinal.</p>
<p>Quando o sintoma se manifesta no corpo de um ser humano, isto logo chama a atenção e interrompe muitas vezes a continuidade do caminho da vida até então vigente. Começa então a perturbação, mas o ser humano não quer ser perturbado, e assim começa a luta contra o sintoma. Todo sintoma tem seu significado e quando não elaborado, irá insistir até que o todo: mente, corpo e alma, entre em sintonia, harmonia novamente.</p>
<p>A doença (física) é um caminho para a libertação dos conflitos psíquicos, sociais e uma oportunidade para a ligação com Deus. Ela não acontece ao acaso, do nada, ela surge em decorrência do que está errado ou faltando ao seu humano.</p>
<p>Se não há reflexão do por que ela está se manifestando, os sintomas não desaparecem ou aparecem de outra forma, ou outra doença. O que pode acontecer de pior, é a evolução da doença, uma gripe por exemplo pode se transformar numa pneumonia, uma gastrite em câncer, ou uma raiva reprimida em doenças terminadas em ite: renite, sinusite&#8230; artrite.</p>
<p>Vou dar um exemplo:</p>
<p>Uma pessoa com artrite, que tem muita raiva contida (muitas vezes nem tem consciência desta raiva/ressentimento), sem saber como expressá-la, ou acreditando que não é possível expressá-la. Desta forma volta esta raiva contra si mesmo, desenvolvendo esta doença auto-imune que lhe causa muita dor e desconforto, impedindo movimentos, até mesmo os mais suaves. Era então, uma pessoa dinâmica e ativa, até que alguma coisa aconteceu ou ainda está acontecendo, que lhe trava aos poucos as articulações com dores. Passa então a procurar médicos, tomar remédios, fazer fisioterapia, terapias alternativas, etc. Mas nada “cura”.</p>
<p>Diagnóstico médico: inflamação nas articulações, acúmulo de toxinas. Mas não podemos ver só a parte física, temos que ver o todo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Ou evolui o ser humano ou evolui a doença!</h2>
<p>É claro! A doença não foi decifrada e o mal fundamental não foi elaborado psicologicamente. Esta pessoa está na unilateralidade (cura física) buscando a “cura”. Não encontrará! Necessário se faz buscar o caminho do meio (tao), buscar as causas, não tratar os efeitos ou sintomas. A doença é um caminho para reequilibrar a pessoa, mostrar um novo caminho, novas soluções para suas angústias e desapontamentos.</p>
<p>A doença é uma grande oportunidade de crescimento emocional e espiritual, manifestada no corpo, através de seu simbolismo e sua realidade tangível.</p>
<p>A psicossomática trabalha com estes conceitos, bio(físico)psico(alma)social(inter-relacionamentos) como um todo. Não descarto desta forma, a busca para a ajuda da “cura” junto aos colegas médicos e terapeutas alternativos, muito pelo contrário, trabalho junto com eles. O ideal sempre é o trabalho em conjunto, mas nunca esquecer do todo.</p>
<p>O que nunca podemos esquecer é nossa alma habita nosso corpo. Um corpo que deve ser saudável, e que deve possuir uma mente equilibrada, afinal, nascemos para ser felizes!</p>
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